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Quando o mundo conheceu esse fantasma,
vivido por Nicolas Cage, nada sabia-se sobre como deixara de ser gente
para tornar-se fantasma. Uma lacuna que nessa razoável continuação nos é
apresentado.
Um filme repleto de corre-corre
desenfreado montado em cima de um enredo pobre – escrito e dirigido por
Mark Jonshon –, não agradou a critica, mas nada que o experiente Cage não
consiga transpor e faria bem melhor se Eva Mendes – co-protagonista do
primeiro – não tivesse recusado voltar nesse segundo o que, conforme rola
nas terras de roliude, quase inviabiliza a fiomagem.
Olhe aqui, se achegue mais para que não
me ouçam todos: não é um bom filme!
Mas coisas da terra do Tio San é assim
mesmo. Lançado com muita gritaria e com uma dinheirama sem fim o filme
não se saiu bem na primeira semana de exibição, mas aportando noutras paragens
– leia-se Europa e América Latina – tomou força e chega a lotar algumas
salas de exibição.
Nota 7,0
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