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Atualizado em 3 de abril de 2012
A Dama de Ferro
Direção: Phyllida Lloyd
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Título original
The Iron Lady
Título no Brasil
A Dama de Ferro
Áudio
Português, Inglês
Tempo de duração
105 minutos
Ano de lançamento
2012
País de origem
Reino Unido, França
Gênero
Drama
Elenco
Meryl Streep (Margaret Thatcher), Jim Broadbent (Denis Thatcher), Iain Glen (Alfred Roberts), Olivia Colman (Carol Thatcher), Nicholas Farrell (Airey Neave), Richard E. Grant (Michael Heseltine), Roger Allam (Gordon Reece), Ronald Reagan (Himself)
Sinopse
Margaret Thatcher (Meryl Streep) foi por mais de dez anos a Primeira-Ministra Britânica e teve uma série de importantes decisões em suas mãos. Algumas delas foram feitas durante a Guerra das Malvinas, em 1982. O filme mostra, por meio de uma série de flashbacks, as ações da Dama de Ferro, durante os 17 dias que precederam o conflito.

Meu comentário
Que Meryl Streep seja uma ótima atriz isso não há duvidas, mas mesmo com uma atuação irrepreensível sua Margareth Thatcher não merecia o Oscar. Está certo, é um bom filme ninguém duvida e eu seria apedrejado se afirmasse o contrário, só que tenho cá minhas mágoas pela Academia tê-la preferido ao invés da ótima Viola Davis – Vidas Cruzadas – que negra não finge ser o que não é, e aqui concordo com Michelle – minha filha, mãe de meu neto – que abominou o Dama da Meryl pelo que contou e viveu nos curtos 115 minutos.
Mas Mica – apelido carinhoso de minha loirinha – bem que poderia esquecer um pouco esse negócio de “mundo imperialista tacanho” e ver o filme por uma outra ótica ainda não colocado: os poderosos não são eternos, são enquanto o poder lhes é permitido. E foi justamente isso o que o filme retrata, uma ex-Primeira Ministra violada pelo tempo e pela demência de suas recordações, e aqui entra talvez o motivo do prêmio de Meryl: ter retratado não uma Thatcher do poder e no poder e sim uma mulher decrépita jogada no esquecimento e esquecida da e na história.
Hoje, revendo o filme, consegui entender um pouco essa história maluca da humanidade desumana que se apega a pequenos espasmos dementes para abocanhar seus nacos que lhe assungam e lhe apeiam em pouco espaço de tempo.
Assistir esse filme é ter oportunidade de entender o passado recente e, como minha Mica, oportunizar o momento de escarnio àqueles que merecem ser esquecidos. Não fosse a “burra” presidente Argentina que, vendo o poder das multidões fugir repete o mesmo erro dos generais e brada retomar um rochedo sem vida encravado no meio de nada. Mas sobre isso Mica puxará minha orelha.
Assista, é um bom filme mesmo não tendo merecido o Oscar!
 Nota 8

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