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Não sou um dos menos entendidos nas coisas de Jesus
Cristo, de quem sou fã incondicional, e ao pegar esse filme imaginei ser
uma ótima oportunidade em ver de como foi visto por alguns de seus mais
próximos seguidores.
Afinal, como alardeia a sinopse fornecida pela
distribuidora, “ver” o pensar de Lucas e João sobre o Mestre é um fato
impar e histórico. Mas o que vi no filme foi a negação constante e
contínua de Filho de Deus tanto pelo diálogo dos discípulos, quanto pelas
imagens retratando um Cristo bandoleiro sem certeza de sua condição salvadora
e filho onipresente do ser chamado Deus.
Que Cristo tenha tido seus momentos de indecisões
isso todos sabemos, mas não aquele mostrado por Emilio Ruiz Barrachina ao
longo dos 101 minutos de ataque a esse homem – único onipresente em todas
as civilizações e bandeiras desse mundo ponteado de biócitos descrentes –
que não mais pode se defender.
Fosse apenas isso – se é que exista uma apenas para
essa descarada apologia de ataque a JC – ainda conseguiria resistir todo
o filme, mas o elenco de péssimos atores e atrizes (nem isso esse tal
diretor conseguiu: reunir pessoas que soubessem representar) que
complementam essa porca conspiração.
Não aconselho! Joguem fora, pisoteiem essa
porcaria...
(Sem
estrela)
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