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Atualizado em 11 de abril de 2012
O Pequeno Prícipe
Direção: Stanley Donen
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Título original
The Little Prince
Título no Brasil
O Pequeno Prícipe
Áudio
Inglês, Português, Espanhol
Tempo de duração
88 minutos
Ano de lançamento
1974
País de origem
Estados Unidos
Gênero
Aventura
Elenco
Steven Warner (O Peqieno Prícipe), Joss Ackland (O Rei), Clive Revill (O Homem), Victor Spinetti (O Historiador), Graham Crowden (O General), Richard Kiley  (O Piloto), Donna McKechnie   (A Rosa), Bob Fosse (A Cobra), Gene Wilder (A Raposa)
Sinopse
O adorável e delicado clássico de inocência e descobertas, do autor Antoine de Saint-Exupéry, chegou às telas pisando firme nas areias do deserto do Sahara, com olhinhos voltados para as estrelas e espírito brilhante reavivado pelas canções de Alan Jay Lerner e Frederid Loewe (My Fair Lady, Camelot). Um piloto perdido no deserto (Richard Kiley) e um menino vindo de um lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que divertem, encantam e tocam o coração. Alguém já aprendeu algo com uma raposa (Gene Wilder)? Já cuidou de uma rosa por ser mais especial entre outras rosas? Já visitou um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma serpente (Bob Fosse)? O universo, ou melhor, a vida é um lugar encantador, ainda mais quando se convive com O Pequeno Príncipe.

Meu comentário

O livro mais vendido do mundo também tem uma adaptação. Le Petit Prince ou O Pequeno Príncipe é um clássico baseado no livro do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (29-06-1900 * 31-07-1944). O livro foi publicado no ano de 1943 nos EUA e sua adaptação é do ano de 1974.
O filme, assim como o livro, apesar de classificado como infantil tem um teor poético e filosófico. A trama centra na viagem do principezinho (Steven Warner) a terra, em busca de conhecimento para cultivar melhor a sua rosa, deixada no seu pequeno planeta. Ao chegar a terra, no deserto do Saara, o pequenino encontra um piloto (Richard Kiley) perdido e juntos eles compartilham diversas experiências, como aprender com uma raposa (Gene Wilder) e cuidar da sua rosa. Ao contrário do que se pensa, a ‘criança’ vai ensinar ao adulto muitas coisas que ele tinha esquecido.
Filosófico o bastante para deixar alguns sem entender e assim fazer com que não gostem do filme. O principezinho com sua “ignorância” nos faz refletir muito sobre a vida e o que nos cativa. O filme é tão lindo quanto o livro, contudo um pouco menos profundo, o livro nos faz refletir mais. Porém, isso não deixa o filme para trás, um clássico tocante que me fez querer rever o desenho que via quando era criança (Na década de 80 foi lançada uma série de desenhos animados chamada As Aventuras do Pequeno Príncipe).
Quase genial adaptação do livro. Quase, porque se enrola em alguns números musicais desnecessários, que infelizmente são vários. De qualquer maneira, o filme triunfa nas partes da adaptação em que acerta. É ousada a maneira como mistura animação e imagens reais (principalmente pela época), e o ótimo uso de lentes quando o PequenoPríncipe visita outros planetas. Também é bacana que o melancólico final tenha sido mantido, e é só a última canção que envolve o que acontece que realmente funciona.
A direção de arte do filme é um espetáculo a parte, assim como os figurinos. A fotografia é boa, mas podia ser melhor. O destaque acaba sendo o pequeno ator mirim Steven Warner numa performance surpreendente. Reparem seu talento no monólogo sobre a importância das ovelhas e flores. E, claro, Gene Wilder, que com seu talento e olhar de bondade infinita transforma a Rapossa no melhor trecho da história.
Nota 9,4

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