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Atualizado em 31 de março de 2012
Cavalo de Guerra
Direção: Steven Spielberg
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Título original
War Horse
Título no Brasil
Cavalo de Guerra
Áudio
Inglês / Português
Tempo de duração
145 minutos
Ano de lançamento
2011
País de origem
Estados Unidos
Gênero
Ação, Guerra
Elenco
Benedict Cumberbatch, Tom Hiddleston, David Thewlis, Emily Watson, Toby Kebbell, Eddie Marsan, David Kross, Peter Mullan, Jeremy Irvine
Sinopse
A aventura épica Cavalo de Guerra é um conto de lealdade, esperança e tenacidade ambientado no arrebatador cenário da Inglaterra rural e Europa durante a Primeira Guerra Mundial. Cavalo de Guerra começa com a admirável amizade entre um cavalo chamado Joey e um jovem chamado Albert, que o domestica e treina. Quando eles são forçados a se separar, o filme acompanha a extraordinária jornada do cavalo à medida que ele traça seu caminho para a guerra, mudando e inspirando a vida de todos que encontra no caminho— a cavalaria britânica, os soldados alemães, um fazendeiro francês e sua neta — antes que a história atinja seu clímax emocional no centro da terra de ninguém.
A Primeira Guerra Mundial é vivida através da jornada desse cavalo — uma odisseia de alegria e sofrimento, amizade profunda e altas aventuras. Cavalo de Guerra é uma das grandes histórias de amizade e guerra — um livro de sucesso, foi transformado em um tremendo sucesso internacional no teatro que chegará aos palcos da Broadway no próximo ano. Ele agora chega à telona como uma adaptação épica feita por um dos maiores diretores de toda a história do cinema.

Meu comentário
Diabéticos, corram! Assim como fez Almodóvar recentemente, Spielberg resolveu ligar o famoso botão da palavra F na potência máxima, desfrutou um baseado bem apertado e dali foi direto se empanturrar com bastante sorvete, doce de leite, calda de chocolate, suspiro e muito, muito granulado. E, tudo isso ao mesmo tempo, dentro de um grande balde chamado “Cavalo de Guerra” (War Horse).
Em mais de duas horas de projeção, somos guiados por uma direção super dispersa, afrontados pelo cúmulo da pieguice em doses cavalares: um filme de superação, claro. Cheio de pseudobonitas mensagens, claro. Clichês a dar pelo ladrão, claro. Com trilha sonora mega melosa de John Williams, claro. Calma, vamos raciocinar. Sei que Spielberg é um ótimo diretor e que possui um saco de pipoca no lugar do cérebro. Mas, como todo ser humano que se preze, ele também está fadado a pisar na bola.
Baseado em um livro infantil de Michael Morpurgo, o filme narra a história de um menino que ganha um cavalo selvagem, se apaixona por ele, vive grudado com o bicho, até que seu pai, abarrotado de dívidas, resolve vendê-lo para um oficial do exercito, em plena primeira guerra mundial. Resumo da ópera: o cavalo passa pela mão de várias pessoas – todas, obviamente, super sensíveis, enquanto seu dono ainda mantém esperança de reencontrá-lo. Comparações com o belíssimo “Corcel Negro”, de 1979, não será uma mera coincidência. Infelizmente.
Com aquela sensação de enjoo digna de um bom passeio de montanha russa, acompanhada de grandiosos pedaços de linguiça que ainda somos forçados a engolir durante o percurso, Spielberg realmente parece ter ficado sem ajuda do seu fiel medidor de desconfiômetro dessa vez. Azar esse que Pedro não teve.
Nota 8,5

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