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Foi por pelo filme que precede
esse a causa de assistir esse A menina que brincava como fogo que, como o
“Os Homens que não amavam mulheres” é a adaptação ao cinema do segundo
volume da trilogia Millennium, do autor sueco Stieg Larsson,
que retoma a história da hacker Lisbeth Salander (Noomi Rapace) e do
jornalista Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist), mais uma vez envolvidos na
investigação de um assassinato brutal.
Em A menina que brincava com
fogo Blomkvist, depois de cumprir sua pena, está determinado a expor uma
quadrilha multimilionária de tráfico sexual, mas duas de suas fontes
acabam assassinadas. Salander é falsamente acusada dos crimes e torna-se
a suspeita número um da polícia. Em fuga, a hacker começa a descobrir
segredos de seu próprio passado.
O que nas primeiras cenas me
pareceu início de outro bom filme, se transforma em um dramalhão como
esses exibidos nas televisões abertas e o repórter – que tem cara de
bobalhão – se mete em situações pouco explicadas em um enredo pobre e sem
atrativos. Tenho pouco a comentar e, por isso mesmo, a seguir algumas
curiosidades sobre o filme:
Continuação
da trilogia Millenium. O primeiro filme chegou ao Brasil com o título Os
Homens que Não Amavam Mulheres. Completam os demais capítulos da trilogia
este A Menina que Brincava com Fogo (Flickan som lekte med elden) e A
Rainha do Castelo do Ar (Luftslottet som sprängdes), ambos também
realizados em 2009.
Os
direitos da primeira parte de Millennium foram adquiridos pela Columbia
Pictures e, em 2012, a versão americana também chegará às telas. Sob o
título de The Girl with the Dragon Tattoo, o projeto já conta com a
produção de Scott Rudin (Julie & Julia) e o roteiro de Steven Zaillan
(O Gângster).
Apenas por curiosidade assista.
Nota 7,5
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