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Está bem! Confesso que criei uma
expectativa grande antes de assistir a este filme, é certo que os nomes
Brad Pitt e Sean Penn contribuíram decididamente para que eu corresse tão
logo chegou por cá, mas...
Árvore da Vida mostra profundamente e
tão detalhadamente as diversas fases da vida do ser humano, está correto
e tudo se resume em nascer, crescer, reproduzir e morrer, como em nossa
vidinha nesse mundo do corre pra cá e pula pra acolá. Mas ali, na telona,
vi um drama muito diferente dos já vistos e vividos, uma espécie de nova
linguagem por meio de imagens gestuais, quiçá autoexplicativa como se
fosse um livro repleto de imagens e sem uma letra sequer fazendo-se
semelhante àqueles clássicos documentários da Discovery, com cenas e
belas paisagens, fazendo paralelos e limites na linha do tempo, desde a
criação do universo até a implantação de sociedades modernas e
capitalistas – vividas na pele de Sean Penn – estabelecendo até um
paralelo com o modo de vida de famílias que carregavam o respeito e
autoridade lado a lado, passando de geração em geração na pele
representada e vivida por Brad Pitt.
Trocando todo esse lero-lero em miúdos,
A Árvore da Vida é um filme que não conseguiu me encher os olhos ou por
ser lento ou morno e não apresentar qualquer elemento que possa chamar a
atenção. Se houve boa intenção em rolar algo mais coeso ficou na intenção
da direção, mas não posso negar que as belas paisagens enchem os olhos e
a trilha sonora dá um gostinho danado de dormir. Se estiver com sono esqueça,
nem pense em assistir que vai incomodar outrem com seus roncos!
Nota
7,5
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