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Pelo que tenho comentado já devem saber
que esse não é meu gênero predileto e, mesmo se fosse, por certo não iria
coloca-lo entre meus filmes que merecem ser assistidos novamente.
É um filme podre, forçado, repetitivo,
insonso... E não é tanto por culpa do elenco que Daniel Craig que vive
Will Atenton não é tão iniciante (Skyfall (2012), Cowboys & Aliens
(2011), Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011), As
Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne (2011), Reflexos da Inocência
(2008), Um Ato de Liberdade (2008), Um Louco Apaixonado (2008), 007 -
Quantum of Solace (2008), A Bússola de Ouro (2007), Invasores (2007),
Renaissance (2006), 007 - Cassino Royale (2006), Munique (2005), Camisa
de Força (2005), O Segredo (2005), Amor Para Sempre (2004), Nem Tudo é o
que Parece (2004), Sylvia - Paixão Além de Palavras (2003), Estrada para
Perdição (2002), Lara Croft: Tomb Raider (2001), Movido Pela Honra
(2001), África dos Meus Sonhos (2000), Estranhas Vozes (2000), Love and
Rage (2000), Elizabeth (1998), Um Garoto na Corte do Rei Arthur (1995) e
O Poder de um Jovem (1992)) e a bela Naomi Wattos – Ann Patterson – que
já tem em seu currículo filmes de grande afluência de público.
A verdade é que, mesmo experientes, não
conseguiram viver seus personagens e não passaram, para o público, a
emoção necessária para que essa “Casa” saísse da telona e entrasse no
imaginário de que assiste. Não vou repetir, mas dormi o filme quase todo!
Nota
7,5
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